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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O Herdeiro de Sevenwaters, Juliet Marillier



"Os chefes de clã de Sevenwaters são há muito guardiões de uma vasta e misteriosa floresta, um dos últimos refúgios dos Tuatha De Danann, as Criaturas Encantadas que povoam as velhas lendas. Aí, homens e habitantes do Outro Mundo coabitam lado a lado, separados pelo finíssimo véu que divide os dois reinos e unidos por uma cautelosa confiança mútua. Até à Primavera em Lady Aisling de Sevenwaters descobre que está grávida e tudo se transforma. Clodagh teme o pior, uma vez que Aisling já passou há muito tempo a idade segura para conceber uma criança. O pai de Clodagh, Lorde Sean de Sevenwaters, depara-se com as suas próprias dificuldades, vendo a rivalidade entre clãs vizinhos ameaçar fronteiras do seu território. Quando Aisling dá à luz um filho varão - o novo herdeiro de Sevenwaters - Clodagh é incumbida de cuidar da criança duarnte a convalescença da mãe. A felicidade da família cedo se converte em pesadelo quando o bebé desaparece do quarto e uma coisa não natural é deixada no seu lugar. Para reclamar o irmão de volta, Clodagh terá de entrar nesse reino de sombras que é o Outro Mundo e confrontar o poderoso princípe que o rege. Acompanhada nesta missão por um guerreiro que não é exactamente o que parece, Clodagh verá a sua coragem posta à prova até ao limite da resistência. A recompensa, porém, talvez supere os seus sonhos mais audazes..."

Após 8 anos da publicação da Filha da Profecia, Juliet Marillier regressa à Trilogia de Sevenwaters, a qual tenho de admitir, tem um gosto muito especial para mim, pois foi com esta trilogia que me iniciei na literatura adulta. Adorei todos os três livros anteriores a este, com mais enfoque, claro está, no segundo volume, O Filho das Sombras.
Adorei regressar a Sevenwaters, às suas florestas coabitadas por seres mágicos, às festas onde as histórias eram partilhadas à lareira; e as descrições de Marillier são tão pomernorizadas que nos transportam para aquele tempo e vemos tudo com uma clareza impressionante. Apesar de Juliet ocupar o lugar mais alto nas minhas preferências literárias, sinto que este não alcançou o mesmo patamar que os anteriores, talvez por o estilo de escrita estar dirigido a um público mais jovem, algo que não aconteceu nos restantes da trilogia; no entanto não deixa de ser um livro excepcional, ou não se tratasse de Juliet Marillier.
Fica agora a expectativa para ler a continuação.

Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 480
Editor: Bertrand Editora
P.V.P. € 18,53


terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O Perigo Espreita, de Tami Hoag



“Um homem de desejos sombrios, Lucky Doucet – tão selvagem como o pântano da Luisiana que ele considerava o seu lar – era um cajun perigosamente atraente, que nenhuma mulher podia conquistar.
Na sua vida solitária não havia lugar para uma jovem elegante e requintada como Serena Sheridan, mas ele não resistiu à urgência que ela tinha de encontrar o avô desaparecido. Estava disposto a ajudá-la... nada mais. Mas, atraido pela beleza loura de Serena Sheridan, um aventureiro com Lucky não resistiu a brincar com o fogo.
Uma mulher disposta a tua arriscar, Serena sentia-se enervada, desperta e excitada por aquele renegado atraente, cujo olhar a queimava com o seu ardor, mas atrever-se-ia ela a envolver-se com um homem que afirmava não ter coração?
Porém, com um beijo electrizante, a resistência dela transformou-se em desejo. E esse homem solitário e duro veio a descobrir que faria tudo para fazer de Serena a sua mulher.”




“O Perigo Espreita” (título original: Lucky's Lady) foi o primeiro livro de suspense escrito por Tami Hoag, em 1990, e que marcou uma viragem na temática ( publicara em 1988, um romance: The Trouble With J.J ). Considerada a diva do suspense, chega até nós através do Circulo de Leitores.
Este romance aborda a vida de Serena Sheridan, psicóloga, uma mulher calma e racional, embora tenha medos antigos que ainda não estão ultrapassados, que ao regressar a casa junto aos pantanos da Luisiana, se vê enredada em acontecimentos que não queria ter nada a ver. Desprezada pelo avô, de quem veio à procura, e invejada pela irmã gémea, com quem nunca teve uma relação fácil, sabe que apenas conta consigo própria para resolver os problemas de família. Entretanto, conhece Étienne “Lucky” Doucet, um homem amaragurado pelo passado e que leva uma vida solitária nos pântanos. Atraída simultaneamente pela sua beleza selvagem e pela natureza bondosa que ele tentava a todo o custo esconder, Serena envolve-se com Lucky a um nível que sabe ser perigoso para si própria.
Este romance aborda o amor na sua simplicidade, a ganância desmedida, e a crueldade humana, numa escrita envolvente e intrigante que só nos deixa recuperar o fôlego na última linha.
A única critica a este livro remete para o final, que depois de uma acção bem desenvolvida, acaba de forma abrupta.



Edição/reimpressão: 2002
Páginas: 295
Editor: Círculo de Leitores




Destaque ainda para outro romance desta autora, “Paraíso nas Trevas”:


“New Eden, no estado norte-americano de Montana, é um paraíso na terra onde uma mulher morreu no seu inferno particular. Cabe então a Marillee Jennings, ex-estenógrafa judicial, decifrar o enigma da morte da sua melhor amiga. Mas há quem esteja interessado em calar as suas suspeitas. Alguém com segredos que justificam matar - e com poder para transformar esse belo refúgio num Paraiso das Trevas... E, à medida que Marillee escava sob o exterior perfeito de New Eden, descobrir a verdade de repente já não é uma questão de justiça. É a sua única esperança de ficar viva.”




Edição/reimpressão: 2007
Páginas: 424
Editor: Bertrand Editora
P.V.P. € 16,70