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domingo, 28 de março de 2010

Dewey, O Gato que comoveu o Mundo, Vicky Myron



"Que influência pode um animal ter? E quantas vidas pode um animal tocar? Como é possível que um gato abandonado transforme uma pequena biblioteca, salve uma típica cidade americana e se torne famoso em todo o mundo? A história de Dewey começa da pior forma possível. Com apenas algumas semanas, na noite mais fria do ano, foi enfiado na caixa de devolução de livros da Biblioteca pública de Spencer. Encontrado na manhã seguinte, Dewey conquistou o coração de todos os funcionários da biblioteca, ao distribuir por todos gestos de agradecimento e amor. Nos anos que se seguiram, nunca deixou de encantar as pessoas de Spencer com o seu entusiasmo, vivacidade e , acima de tudo, o seu sexto sentido: percebia sempre quem necessitava mais dele. À medida que a sua fama crescia de cidade em cidade, de estado em estado e, surpreendentemente, por todo o mundo, Dewey tornou-se, mais que um amigo, um motivo de orgulho de uma extraordinária cidade rural no coração da América, que lentamente se ergueu da maior crise da sua história. "


Edição/reimpressão:2008
Páginas: 300
Editor: Edições Asa
P.V.P.: € 15,00 


Eu adoro animais, com especial predilecção pelos gatos. 

Por isso a leitura destas histórias verídicas quando envolvem animais são a minha fraqueza. Acabo sempre por chorar desalmadamente, apesar de já saber de antemão que o final culminará invariavelmente com a morte dos bichinhos.
Aconteceu-me isso com os livros "Marley & Eu", "Como Salvar um Coração Partido" e com este último sobre o Dewey, o gatinho abandonado na caixa de devoluções de uma biblioteca em Spencer, no Iowa, na noite mais fria do ano.
A autora, Vicky Myron, que na altura era a Directora da Biblioteca de Spencer, narra a história da vida de Dewey Readmore Books, de uma forma clara e viva, presenteando-nos com momentos de humor, de drama e de amizade tão bem relatados. Dei por mim, sem o conseguir evitar, a chorar ou a rir com as cenas tão vivamente descritas; a partilhar da dor pela perca, da revolta contra as injustiças e do amor pelo gato que era de todos, e que conquistara não só os habitantes de Spencer, como o país, e esse mundo fora.

Foto: Vicky Myron e Dewey



Site do Dewey:




segunda-feira, 22 de março de 2010

Um Crime no Expresso Oriente, Agatha Christie



"Pouco depois das doze batidas da meia-noite, um nevão obriga o Expresso do Oriente a parar. Para aquela época do ano, o luxuoso comboio estava surpreendentemente cheio de passageiros. Só que pela manhã havia, vivo, um passageiro a menos. Um homem de negócios americano jazia no seu compartimento, apunhalado até à morte.
Poirot aceita o caso, aparentemente fácil, que acaba por se revelar um dos mais surpreendentes de toda a sua carreira. É que existem pistas (muitas!), existem suspeitos (muitos!), sendo que todos eles estão circunscritos ao universo dos passageiros da carruagem. Para ajudar às investigações, o morto é reconhecido como sendo o autor de um dos crimes mais hediondos do século. Com a tensão a aumentar perigosamente, Poirot acaba por esclarecer o caso…de uma maneira a todos os títulos surpreendente!"


Edição/reimpressão: 2002
Páginas: 226
Editor: Edições Asa
Colecção: Obras de Agatha Christie
P.V.P.: € 9,00 


Este foi o segundo livro que li de Agatha Christie. Um livro de leitura acessível e bastante interessante, que nos leva até ao comboio do Expresso do Oriente onde ocorre um crime - um homem é apunhalado 12 vezes - e onde todos são suspeitos. 
"Conheci" finalmente Hercule Poirot, depois de tanto ter lido sobre os livros de Agatha Christie, onde ele era a personagem principal, e não me desiludi. Foi muito interessante "observar" a forma como ele conduz a sua investigação.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Procuro-te, Lesley Pearse

"Daisy tem apenas vinte e cinco anos quando a mãe morre nos seus braços. Embora saiba há muito que foi adoptada, sempre se sentiu amada pelos pais e pelos irmãos. Para Daisy, aquela é a sua família. Todavia, o luto vai abalar o equilíbrio doméstico e revelar rivalidades encobertas. A serenidade dá lugar à devastação, e a jovem sente que é a altura certa para partir em busca das suas raízes e confrontar-se com o passado. Na ânsia por saber mais sobre Ellen, a sua mãe biológica, e à medida que vai desvendando a história da família, Daisy descobre as duras verdades por detrás do seu nascimento. Dotada de uma inabalável determinação, Ellen sobrevivera a uma infância traumática: a morte da sua própria mãe estava envolta numa aura de mistério e os maus-tratos de que fora vítima às mãos da madrasta haviam-na marcado irremediavelmente. O destino quis que a sua coragem fosse constantemente posta à prova. O tempo encarregou-se de apagar o rumo dos seus passos. Mas Daisy não desistirá de a encontrar, nem que para tal tenha de renunciar ao amor da sua vida."

Da autora de Nunca Me Esqueças, chega às livrarias mais uma emocionante história, repleto de drama, que relata as vidas de duas mulheres, Daisy e Ellen.



Sobre a autora:

"Lesley Pearse
Uma das escritoras preferidas do público português, Lesley Pearse é autora de uma vasta obra já traduzida para mais de trinta línguas, tendo vendido cerca de três milhões de exemplares. A própria vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. Na ASA estão já publicados com grande sucesso os seus romances Nunca Me Esqueças e Procuro-te."




Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 400
Editor: Edições Asa
P.V.P. € 13,50 

 

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Viagem Sem Regresso, Katy Gardner

" “A minha melhor amiga estava morta.
E a culpada era eu.”

Seis anos passaram sobre a morte de Gemma. Seis anos de dúvidas e angústias, durante os quais a vida de Esther foi um inferno permanente. Quando as duas amigas decidem fazer uma viagem juntas, nada faria prever que apenas uma delas regressaria. Esther era bela, sofisticada e destemida, Gemma o seu oposto. Ávidas de novas experiências, partem para a Índia em busca de aventura. O que elas ignoravam era que estavam prestes a entrar num mundo onde as regras sociais que lhes eram familiares não se aplicavam e que o tão almejado afastamento do mundo ocidental era afinal uma porta aberta para o que de mais sombrio traziam dentro de si. E foi rápida e inesperadamente que o sentimento que as unia foi posto à prova, levando-as a confrontar-se com ressentimentos e segredos antigos. Numa tentativa de descobrir toda a verdade e de se libertar dos fantasmas que ainda a atormentam, Esther tenta agora dar um sentido à tragédia que vitimou a sua melhor amiga e mudou irreversivelmente a sua vida. Seis anos passados sobre a morte de Gemma, Esther está de volta à Índia…"


Li este livro em três dias; ao início, com a curiosidade aguçada, e embora a certo ponto a história pecasse pela imprevisibilidade, ansiava por conhecer se o final que eu antevia na minha mente, o grande mistério que se adensara, se assemelhava ao final da história. A narrativa é ricamente descritiva quanto aos costumes indianos, as pessoas, os locais, levando-nos a sentir como se efectivamente estivéssemos a presenciar as cenas. A história é narrada na primeira pessoa, Esther, jovem e arrogante, atormentada por uma culpa terrível que carrega, mas que se esforça por esquecer, que conta a sua aventura pela Índia, acompanhada pela sua melhor amiga. Os laços que as unem são fortes, sugerindo que podem vencer todos os obstáculos. Mas eis que surge Coral, e todos os laços são postos à prova.
O que mais me cativou neste livro, foi a escrita de Gardner, bastante descritiva, sem que no entanto enveredasse pelo enfadonho, e a forma como mostra até que ponto as relações podem ser frágeis. Contudo, após as expectativas que criei para o final, fiquei imensamente desiludida. Julgo que esperava algo mais, talvez a emotividade e tensão sempre presentes no culminar de uma história, porque após todo o desespero pelo qual Esther passou, quando finalmente soube a verdade, aceitou tudo com uma brandura incompreensível. O desfecho foi algo abrupto e fiquei com a incómoda sensação que deveria ter havido algo mais.
Ainda assim, é uma leitura que recomendo, pois é rica na descrição cultura indiana, e para quem não queira uma leitura muito pesada, este é um livro que se lê num instante.



Edição/reimpressão: 2004
Páginas: 288
Editor: Edições Asa
P.V.P. € 14,00

domingo, 12 de abril de 2009

O Clube de Tricô de Sexta à Noite, Kate Jacobs

"Numa cidade tão grande e movimentada como Nova Iorque, é muito fácil perdermo-nos na multidão. Habituada a contar apenas consigo própria, Georgia tem um dia-a-dia esgotante em que tenta conciliar as exigências da sua loja com a educação da filha, Dakota. Em tempos não muito distantes, Georgia era uma jovem apaixonada e decidida a perseguir os seus sonhos, pelo menos até ao dia em que James – o grande amor da sua vida – soube que estava grávida e lhe despedaçou o coração ao fugir para Paris. Nesse dia, Georgia conheceu a solidão e decidiu traçar o seu caminho sozinha. Mas James tem outros planos. Planos que a incluem… Será, pois, com grande surpresa que ela percebe que a sua loja se transformou num ponto de encontro. Com o pretexto de fazer tricô, mulheres extremamente diferentes entre si fazem uma pausa nas suas vidas atribuladas e partilham segredos, angústias e expectativas. Mas quando o impensável acontece, estas mulheres vão descobrir que o que criaram não é apenas um clube de tricô mas uma verdadeira irmandade."


Inicialmente, este livro não me prendeu. Continuei a ler simplesmente porque não tenho o hábito de deixar livros a meio. As personagens pareciam ser interessantes, mas sentia que faltava algo que me prendesse a atenção. Apesar disso gostava de Georgia pela sua força e Anita pela serenidade. Mas a partir do momento em que a história começa a abordar as vidas das outras personagens - James, Darwin, Lucie, K.C. e Cat -, e a forma como as suas vidas começam a interlaçar-se é que fui efectivamente conquistada e não consegui mais parar de ler. Odiei James e Cat de inicio, pelas suas traições, e Darwin pela sua arrogância, mas esse sentimento desvaneceu-se à medida que as suas histórias se foram desenrolando e ficamos a conhecer mais do seu passado. A certa altura algo de impensável sucede, o que nos faz pensar que efectivamente a vida é curta e se de um momento tudo parece maravilhosamente perfeito, no outro, tudo se pode desmoronar.
Este foi um livro com que, apesar de me ter conquistado tardiamente, ri e chorei e que recomendo veemente.


Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 400
Editor: Edições Asa
P.V.P. € 15,00



domingo, 22 de março de 2009

Chocolate, Joanne Harris

"A aldeia de Lansquenet-sur-Tannes tem duas novas moradores: Vianne Rocher, jovem mãe solteira, e a sua filha Anouk. Ambas correram mundo e querem agora estabelecer-se, pelo que Vianne pensa montar um negócio. Um negócio aromático e guloso mas, naquelas paragens, pouco comum: uma chocolataria com o nome de "La Céleste Praline".
Para a aldeia, "La Céleste Praline" e a sua encantadora proprietária são um sopro de ar fresco frente à tirania de Francis Reynaud, um jovem padre de uma austeridade a raiar o fanatismo, que não oculta o seu desagrado por um comércio demasiado sofisticado e "tentador", e que vê em Vianne um desafio à sua autoridade. Frente a ele, a jovem Vianne só pode apelar à alegria de viver das gentes de Lansquenet...
Chocolate é um repertório de sabores, descritos de uma maneira tão viva que quase se sentem; é também uma galeria de personagens ternos e cruéis, amáveis e odiosos, sempre intensos e credíveis. Mas é sobretudo um romance tão ameno, tão rico e variado, que deixará nos seus leitores uma impressão imorredoira."


Este é um romance cheio de cores e sabores que nos transportam para Lansquenet-sur-Tannes, após a chegada de Vianne Rocher e a sua filha Anouk. Após uma vida inteira a viajar, primeiro com a mãe e agora com a filha, Vianne decidi que chegou a hora de se estabelecerem e abre uma chocolateria. De inicio esta é vista com maus olhos, mas aos poucos começa a chegar aos corações dos moradores de Lansquenet. Contudo, Vianne encontra resistência em alguns moradores, sendo o Padre Francis Reynaud o seu maior oponente. Reynaud vê em Vianne uma inimiga que chegou para minar a sua autoridade e desemcaminhar os moradores de Lansquenet. Numa história narrada pela personagem principal, conhecemos personagens fascinantes, tais como Armande Voizin, Roux e Josephine Muscat.

Em 2000, este romance foi adaptado para cinema, tendo como interpretes :

Juliette Binoche (Vianne Rocher)
Lena Olin (Josephine Muscat)
Johnny Depp (Roux)
Judi Dench (Amande Voizin)
Alfred Molina (Francis Reynaud)
Victorie Thivisol (Anouk Rocher)

Aqui fica o trailer:



Edição/reimpressão: 2000
Páginas: 264
Editor: Edições Asa
P.V.P. €16,50



sábado, 3 de janeiro de 2009

Nunca me Esqueças, de Lesley Pearse

"ATÉ ONDE IRIA POR AMOR?"



“Num dia…

Com um gesto apenas…
A vida de Mary mudou para sempre.

Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary – filha de humildes pescadores da Cornualha – traçou o seu destino ao roubar um chapéu.
O seu castigo: a forca.
A sua única alternativa: recomeçar a vida no outro lado do mundo.
Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, à época uma colónia de condenados. O novo continente revela-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido… como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida. Apaixonada, Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na História.
Inspirada por uma excepcional história verídica, Lesley Pearse – a rainha do romance inglês – apresenta-nos Mary Broad e, com ela, faz-nos embarcar numa montanha-russa de emoções únicas e inesquecíveis.”


Lesley Pearse, uma das romancistas mais acarinhadas do Reino Unido, apresenta-nos este romance fantástico, o primeiro da autora publicado em Portugal. Os seus livros são sempre emblemáticas e destinadas ao sucesso, com personagens que nos cativam, e histórias tão reais que poderiam acontecer realmente.

Com uma vida recheada de acontecimentos traumatizantes, que constituem uma fonte de material para os seus romances, Lesley Pearse possui uma vasta obra traduzida em mais de 30 línguas, tendo já vendido cerca de três milhões de exemplares.


Nunca me Esqueças é um romance inesquecível, onde o amor nos faz vibrar e acompanhamos Mary Broad na sua luta para sobreviver num mundo totalmente desconhecido para ela.


Edição/reimpressão: 2008
Páginas: 432
Editor: Edições Asa
P.V.P. € 15,00