quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Novidades na Bertrand, em Janeiro

Fica a conhecer os novos livros publicados pela Bertrand, que chegam ás livrarias a partir do dia 23 de Janeiro, com destaque para "A Árvore dos Segredos" de Santa Montefiore, um romance que vai para a lista de "livros para ler em 2009":


A Solidão dos Números Primos, de Paolo Giordano

Alice é obrigada pelo pai a frequentar um curso de esqui para ser forte e competitiva, mas um acidente terrível deixará marcas no seu corpo para sempre. Mattia é um menino muito inteligente cuja irmã gémea é deficiente. Quando são convidados para uma festa de anos, ele deixa-a sozinha num banco de jardim e nunca mais torna a vê-la. Estes dois episódios irreversíveis marcarão a vida de ambos para sempre. Quando estes "números primos" se encontram são como gémeos, que partilham uma dor muda que mais ninguém pode compreender. Ganhou o prémio Stregga e a menção honrosa do Campiello, os dois prémios literários mais importantes de Itália, e está a ser traduzido em mais de 20 países.


Em Nome de Todos os Meus, de Martin Gray

Aos 14 anos, Martin Gray é o cérebro de um esquema de contrabando que permite a entrada de alimentos no gueto de Varsóvia. Mais tarde, escapa à morte em Treblinka e luta na sublevação do gueto. Aos 19 anos ingressa no Exército Vermelho tendo como missão capturar nazis fugidos, e aos 35, depois de ter feito fortuna na América, retira-se para França com a família. Inesperadamente, perde a mulher e os 4 filhos num trágico incêndio. Mas a coragem é o seu lema, não o desespero, e escreve este livro, após o que recebe milhares de cartas de leitores de todo o mundo. Uma história que, depois de mergulhar nas mais negras profundezas da alma humana, nos traz esperança e inspiração. Está publicada em 26 línguas e vendeu mais de 30 milhões de exemplares no mundo inteiro.



História (Mesmo) Breve de Quase Tudo, de Bill Bryson

Bill Bryson aplica neste livro a criatividade e o jeito para trabalhar com as palavras sendo ao mesmo tempo informativo e divertido. Um livro para entender e apreciar, admirar-se e, até mesmo, desfrutar. A admiração pelas realizações científicas apresentadas de uma forma acessível e pouco técnica, mas sem ser superficial. Esta ciência é muito popular na verdadeira acepção da frase e é uma leitura que se torna muito compensadora.








A Árvore dos Segredos, de Santa Montefiore


Um amor proibido nas pampas argentinas. Numa apaixonante  paisagem onde o Sol se põe em tons de fogo, a escritora inglesa Santa Montefiore escreve um épico de amor, desilusão e segundas oportunidades.No rancho de Santa Catalina, os irmãos Solanas vivem e crescem juntos. Quando Paco se apaixona por uma irlandesa, Anna Melody, tudo muda na família. A filha de ambos, Sofia, que cresceu à sombra do ombú na quente planície, vive um amor proibido que a obriga a deixar a terra que sempre amou. Uma saga familiar que nos leva de Inglaterra à Argentina, numa cuidada narrativa de emoções fortes com um inigualável odor a gardénias...






O Messias Ariano, de Mario Escobar;


Madrid, Verão de 1914. Vários professores automutilaram-se na Biblioteca Nacional e dois agentes, Hércules Guzmán Fox e George Lincoln, têm de descobrir a razão por que o fizeram. Tudo parece estar relacionado com um enigmático livro trazido para a Europa por Vasco da Gama na sua primeira viagem à Índia. Ambos deverão empreender uma vertiginosa jornada que os levará de uma explicação para outra, decifrando mensagens ocultas durante séculos. Um quebra-cabeças que deverão resolver antes que a Europa entre em guerra e que as profecias se cumpram.




O Ouro dos Templários, de Maurice Guinguand


Qual a origem dos fabulosos tesouros que causaram a destruição da ordem dos Templários?O que levou os Cavaleiros do Templo a abdicarem da sua pureza ideológica em favor da procura do vil metal solar? Uma obra iniciática que nos revela não só as misteriosas pistas que os pobres Cavaleiros de Cristo seguiram para obter o ouro, como a grande parte dos enigmas que acompanharam a passagem dos Templários por Portugal e por França.








Cartas de Amor de Grandes Homens, de Ursula Doyle


A ideia para este livro surgiu com o filme "Sexo e a Cidade", onde aparece um livro romântico com cartas escritas por Beethoven, Byron e Napoleão. Essa colecção nunca existiu, mas as cartas eram genuínas. Agora já existe, e reúne algumas das cartas mais românticas alguma vez escritas, por homens como Mark Twain e Mozart, Robert Browning e Nelson. Para alguns, o amor é um delicioso veneno (William Congreve), para outros, uma mulher delicada e amável, num sofá à lareira, com livros e música (Charles Darwin). Às vezes o amor queima como o Sol (Henrique VIII), ou penetra no coração como gotas de chuva (Flaubert). Encontramos nestas cartas todas as "nuances" possíveis, desde a requintada eloquência de Oscar Wilde até à devoção simples de Robert Browning, passando pela tristeza, tão contemporânea, de Plínio, o Novo, que mergulha no trabalho para não pensar nas saudades que sente de Calpurnia, a sua mulher.